A Quarta-feira de Cinzas ainda tem programação de Carnaval em Natal. Na Redinha, o bloco Baiacu na Vara saiu às ruas com concentração no Letreiro de Natal, seguiu para a Praça do Cruzeiro e percorreu a Avenida da Alegria com a presença de bonecos gigantes. Foliões participaram após vários dias de festa.
O Baiacu na Vara foi criado em 1990 pela carnavalesca Cristina Medeiros, inspirado no bloco Bacalhau do Batata, de Olinda, em Pernambuco. Em 2022, o Baiacu na Vara foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Natal.
Outro bloco tradicional também saiu às ruas nesta quarta-feira 18 na Redinha. O Bloco dos Garis reuniu trabalhadores e foliões para reconhecer o trabalho dos profissionais da limpeza urbana da capital.
Os dois blocos unificaram os foliões durante a programação de encerramento do Carnaval na cidade.
Fonte: Agora RN
ALRN: José Dias relata escândalos nacionais e critica falta de ações de gestão estadual
O deputado estadual José Dias (PL) se pronunciou no horário destinado às lideranças políticas, na sessão ordinária da última quinta-feira (12), na Assembleia Legislativa.
Ele teceu comentários sobre escândalos registrados no país em governos do PT, e apontou os roubos dos aposentados como um dos maiores do país.
“Tem pessoas que deixaram de comprar remédios, de se alimentar”, disse José Dias, ressaltando que estão deixando “morrer o assunto”. Ele denuncia que a devolução de dinheiro, prometida pelo governo para cobrir o rombo deixado, está sendo feita pela população.
“Moralmente é uma coisa descomunal”, disse o parlamentar, que seguiu o debate passando as críticas ao escândalo do Banco Master, segundo ele, criado na Bahia pelo PT. O deputado também fez críticas ao governo Fátima Bezerra e a ações de sua gestão, que ‘tem se omitido em mostrar coisas consistentes’, apresentando resultados apenas de atos do governo federal.



O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Lajes, Felipe Ferreira de Menezes Araújo, e a empresa Auto Posto São Tomé Ltda. Em caráter liminar, a Promotoria de Justiça da Comarca requer a indisponibilidade de bens dos requeridos para garantir o ressarcimento de R$ 335.304,34 ao cofre público municipal.
A investigação ministerial teve origem em um inquérito civil que analisou a dispensa de licitação emergencial número 003/2021 e o contrato administrativo número 002/2021. Ambos destinados ao abastecimento de veículos oficiais da cidade. Esses fatos ocorreram a partir de janeiro de 2021 quando Felipe Ferreira já era prefeito de Lajes.
Um laudo pericial contábil elaborado pela Central de Apoio Técnico Especializado (Cate/MPRN) revelou que o Município efetuou pagamentos totais de R$ 866.026,63 à empresa. O montante supera em mais de R$ 335 mil o valor efetivamente liquidado, que foi de R$ 530.722,29. Além disso, a perícia constatou que houve um desembolso de R$ 298.995,22 sem a devida correspondência em notas fiscais emitidas.
Na ACP, o Ministério Público ainda detalha que o prefeito, como ordenador de despesas, assinou pessoalmente as ordens de pagamento e os termos aditivos, descumprindo o dever de assegurar a regular liquidação da despesa antes do pagamento. A ação ressalta que houve resistência por parte do gestor em fornecer a documentação contábil durante a fase de investigação, o que motivou inclusive o envio de peças para apuração criminal por desobediência.
Diante dos fatos, o Ministério Público requer a condenação dos envolvidos nas sanções da Lei de Improbidade Administrativa, que incluem o ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.