segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

DEPUTADO JOSÉ ADÉCIO PODERÁ DEIXAR O DEM‏



Depois de 38 anos de coerência, lealdade, correção e disciplinamento partidário, Adécio pode presidir o PSDC a nível estadual ou ir para o PSD.
Caro xerife,
Sou chefe de gabinete do deputado José Adécio e posso contribuir informando que procede a informação. Realmente o deputado foi convidado para presidir o PSDC estadual com a concordância do vereador Joanilson Rêgo que ficaria com a presidência de honra já que o partido tem a sua cara. Se José Adécio vai aceitar o convite eu não sei, mas sou testemunha de que os fatos aconteceram.
Se Adécio vai deixar o DEM não tenho certeza, mas sei da sua insatisfação acentuadíssima e que conversará objetivamente e pragmaticamente nos próximos dias com o Senador José Agripino. Também posso afirmar que houveram outros convites. O Governador por mais de uma vez convidou para se filiar ao PSD. É sabido que tem conversado com Ezequiel Ferreira, de quem é amigo particular. Duas são as regiões do RN onde o hoje DEM cresceu, floresceu e consolidou-se sob o comando do deputado José Adécio. Ele montou o partido a partir de quando se inscreveu na ARENA 38 anos atrás até o atual DEM. Na região central onde oito eleições consecutivas é o deputado mais votado composta por sete municípios, apenas Pedro Avelino sua terra natal, onde foi prefeito e sua mulher duas vezes prefeita o DEM continua sob o seu comando. No matogrande sua segunda importante base eleitoral constituída de 12 municípios, só tem o comando no município de Rio do Fogo onde na última eleição teve uma votação esmagadora de mais de 2.600 votos. É inacreditável, injustificável que desde que existia PFL fazia parte da executiva estadual e nesta última convenção foi afastado sem nenhuma justificativa. Esta provado o orquestramento sistemático de desestabilização promovido pelo partido que há 38 anos encontra-se filiado. Quem  tem a coerência, a correção, a lealdade, o histórico que tem o deputado José Adécio, que há 40 anos na vida pública nada desabona a sua conduta e sem nenhum processo por improbidade administrativa, só deixaria o partido pelo agravo comprovado de não ser reconhecido pelos seus feitos e por tamanha desatenção e desconsideração. Sente-se expulso do partido.