O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, por unanimidade, afastar o ministro Marco Buzzi após denúncias de importunação sexual. A decisão foi tomada durante sessão extraordinária realizada na manhã desta terça-feira (10) e demonstra a seriedade com que o tribunal está tratando o caso. A analista de Política da CNN Isabel Mega avalia que a decisão foi acertada diante da gravidade das acusações.
"Foi a melhor alternativa do plenário do Superior Tribunal de Justiça, independentemente da inocência ou não do ministro Buzzi. Se você tem uma nova denúncia, isso é mais grave ainda", afirmou Mega.
O caso que originou o afastamento envolve uma jovem de 18 anos que teria sido importunada pelo ministro em uma praia. A analista da CNN destacou que é comum, em casos de importunação sexual ou estupro, que novas denúncias apareçam na sequência. "É possível que tenhamos novas denúncias apareçam na sequência. "É possível que tenhamos novas denúncias", observou
¨ É hora de dar qualidade de vida ao povo. Não é possível mais a escala 6x1 ¨ afirma Gleisi
Durante a sessão ordinária desta terça-feira (10), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a deputada estadual Isolda Dantas (PT) utilizou a tribuna para destacar um ato público realizado na Praça dos Três Poderes, promovido pelo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), em defesa do direito à moradia.
Em seu pronunciamento, a parlamentar criticou a aprovação de uma lei que, segundo ela, penaliza justamente a população mais vulnerável do Estado. Isolda lembrou que a matéria foi aprovada pela Assembleia Legislativa, vetada pela governadora e, posteriormente, teve o veto derrubado pela própria Casa.
De acordo com a deputada, a legislação atinge pessoas que vivem em situação de extrema vulnerabilidade social, desprovidas de direitos básicos, como acesso à alimentação e à moradia. A norma prevê que cidadãos que ocupem prédios públicos ou privados fiquem impedidos de receber qualquer tipo de assistência do Governo do Estado.
Isolda Dantas reforçou que as ocupações ocorrem por necessidade, diante da ausência de alternativas habitacionais. “Essas pessoas ocupam porque não têm para onde ir”, afirmou.
A deputada declarou apoio ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas e garantiu que seguirá mobilizada para que a lei seja considerada inconstitucional. Ao final, manifestou indignação com a situação e reafirmou o compromisso com a luta pelo direito à moradia e pela garantia de dignidade à população mais carente.








