Assembleia Legislativa do RN abre trabalhos de 2026 e confirma mensagem anual de Fátima para terça-feira 10

 

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte abriu, nesta terça-feira 3, os trabalhos legislativos de 2026. Uma cerimônia foi realizada no Palácio José Augusto, sede da Assembleia, com a presença de 19 dos 24 deputados estaduais e autoridades de outros Poderes.

Entre os representantes de outros Poderes, estiveram na cerimônia: o desembargador Ibanez Monteiro, presidente do Tribunal de Justiça (TJRN); o procurador-geral de Justiça, Glaucio Pinto Garcia, chefe do Ministério Público (MPRN); e o conselheiro Carlos Thompson Costa Fernandes, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN).

A governadora Fátima Bezerra (PT) não compareceu à cerimônia e foi representada pelo secretário de Fazenda, Cadu Xavier. O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), também não estava presente e foi representado pelo secretário de Governo, José Serafim da Costa Neto.

A tradicional leitura da mensagem anual da governadora Fátima Bezerra também estava prevista para esta terça-feira 3, na abertura dos trabalhos, mas ela alegou conflito de agenda e pediu para ir à Assembleia na próxima terça-feira 10, o que foi atendido pelo presidente Ezequiel Ferreira.

Com a reabertura dos trabalhos legislativos, Ezequiel Ferreira afirmou aos jornalistas que deverá definir na próxima semana os novos membros das comissões permanentes, seguindo indicação dos partidos. Depois, ocorrerá a eleição do presidente e do vice-presidente de cada comissão.

Antes do início da solenidade, o presidente da Assembleia, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) conduziu a tradicional revista às tropas da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. O ritual ocorreu em frente ao Palácio José Augusto e simboliza a harmonia entre o Poder Legislativo e as forças de segurança do Estado.

Discurso do presidente


Na abertura dos trabalhos, o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira, destacou os avanços administrativos, institucionais e sociais alcançados pela Casa ao longo de sua gestão.

“Olhar para trás não como exercício de vaidade, mas como dever institucional”, disse, ressaltando que reconhecer a trajetória da Casa é fundamental para projetar o futuro do Parlamento potiguar.

O presidente lembrou que, ao assumir a presidência da ALRN em 2015, o desafio era reorganizar e modernizar a instituição. “Era preciso coragem para mudar, firmeza para decidir e responsabilidade para conduzir”, afirmou, ao destacar que a reforma administrativa iniciada em 2016 foi um divisor de águas na gestão. “Tomamos decisões difíceis, muitas vezes impopulares, mas absolutamente necessárias. Governar é também ter coragem para cortar excessos e preservar o essencial”, frisou.


Fonte: Agora RN