É evidente que a decisão de disputar ou não uma eleição passa, antes de tudo, pela vontade pessoal de quem pode concorrer. Há leituras políticas, projeções de cenário e, muitas vezes com peso maior do que se imagina, fatores familiares e íntimos que influenciam essa escolha. Nada disso pode ser ignorado. Ainda assim, é possível - e necessário - observar o tabuleiro com alguma frieza analítica para compreender o que está em jogo no maior estado da Federação.
O primeiro elemento que costuma ser invocado é a avaliação positiva do governo de Tarcísio de Freitas, apontada por diferentes institutos de pesquisa. Se olharmos esses números com antolhos - aquelas viseiras colocadas nos cavalos para restringir o campo de visão periférica e traseira, forçando-os a enxergar apenas o que está à frente - poderíamos concluir que o atual ocupante do Palácio dos Bandeirantes é imbatível.
Fonte: Rede Brasil 247


