sábado, 15 de junho de 2013


Pedra Preta: Prefeito Luiz de Haroldo faz balanço positivo de sua viagem a Brasília

Em conversa com a nossa reportagem na manhã desta quinta feira, o prefeito do município de Pedra Preta, Luiz de Haroldo, fez um balanço positivo de sua viagem ao lado do seu vice prefeito Guilherme Teixeira a capital federal.

Na segunda feira (10), Luiz e Guilherme foram recebidos pelo presidente da República em exercício e da Câmara Federal, deputado Henrique Alves, onde na oportunidade, conversaram a cerca do bom momento vivido pelo Rio Grande do Norte, com Henrique a frente da presidência da Câmara Federal, e Garibaldi Alves Filho no Ministério da Previdência Social

O chefe do Executivo pedra pretense, aproveitou a oportunidade para reafirmar o seu apoio e de seu grupo político ao projeto do deputado para as eleições do próximo ano.

Na terça feira (11) os líderes norte riograndense foram recebidos pelo ministro Garibaldi Alves Filho, onde trataram de assuntos a cerca da previdência própria no município, e recebeu de Garibaldi a boa notícia de novos recursos para a construção de um estádio de futebol, junto ao ministro dos esportes Aldo Rebelo.

Já na quarta, o encontro foi com o senador Paulo Davim, onde na área da saúde, encaminhou recursos para aquisição de mais um veículo, e a reforma da Unidade Mista de Saúde do município.

Ainda em Brasília, o prefeito de Pedra Preta, Luiz de Haroldo, teve encontro com o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, onde tratou a cerca da pactuação na área de saúde entre os dois municípios.

Luiz de Haroldo também foi destaque na imprensa nacional na sua viagem a Brasília. Veja o que públicou o Jornal Folha de São Paulo, na edição do último dia 11 de junho.


Reservas ocupam Planalto, governo e prefeitura de São Paulo 


DE BRASÍLIA 
DE SÃO PAULO

Desde a manhã de ontem (10), um "time reserva" comanda o país, seu maior Estado e sua principal metrópole.

Na ausência da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, que estavam na Europa, foi o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), quem despachou no gabinete da Presidência da República no Palácio do Planalto. Em São Paulo, Estado e capital, os vices de Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT) assumiram a batuta da gestão, enquanto os titulares cumprem agenda em Paris. 

Presidente por um dia, Alves teve o que é chamado no jargão político de "agenda paroquial". Ele recebeu no gabinete presidencial, ao longo do dia, uma romaria de políticos do Rio Grande Norte, sua base eleitoral.

Visitaram o presidente interino a governadora Rosalba Ciarlini, além do prefeito e do vice-prefeito de Pedra Preta (RN), o deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB-RN) e o correligionário e ministro Garibaldi Alves (Previdência), entre outros. "Foi uma honra ter vivido esse momento, que dedico ao meu Rio Grande do Norte."

O deputado fez a reunião de líderes da Câmara no Planalto. A pauta incluiu queixas sobre excesso de medidas provisórias, passou por conflitos com índios e chegou à proposta do Orçamento impositivo, que tira do Executivo a prerrogativa de liberar ou não emendas individuais de parlamentares.

A visita foi programada pelo líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), que está em atrito com o Planalto e por isso foi interpretada por parlamentares como uma provocação a Dilma.

Em São Paulo, o vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) optou pela discrição. Sem agenda pública, passou o dia despachando em seu antigo gabinete de vice-governador. No fim da tarde, teve uma reunião com secretários para falar sobre as PPPs (parcerias público-privadas) da linha 6 do metrô.

Ao agendar o encontro, Afif seguiu um protocolo cuidadoso. Telefonou ele mesmo para os três secretários que participaram do encontro dizendo ter acertado previamente com o governador Geraldo Alckmin a produção de um material sobre o tema. 

O zelo implícito na convocação tem razão de ser. Eleito vice-governador na chapa de Alckmin, Afif deixou São Paulo e os laços que mantinha com o PSDB, para assumir um ministério no governo da petista Dilma Rousseff. A mudança foi ruidosa, principalmente entre os tucanos.

Nos últimos dias não faltaram críticas à decisão dele de pedir exoneração da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que comanda há um mês, para assumir por três dias o governo estadual.

Afif voltará para Brasília e para o seu ministério na quinta-feira, quando Alckmin retornará. A aliados Afif disse que pretende permanecer alheio a polêmicas até lá. 

A discrição também foi a opção adotada pela vice de Fernando Haddad, Nádia Campeão (PC do B), na prefeitura da capital. Sua agenda listava uma reunião com integrantes de um órgão que ela já comanda às 9h30 e, depois, teve despachos internos.