O ataque norte-americano contra a Venezuela na madrugada do dia 03 de janeiro, com o sequestro do presidente Nicolás Maduro, inaugura o intervencionismo direto de Donald Trump e ameaça todos os países da América Latina e do Caribe, inclusive o Brasil.
Trump representa uma fração – hoje majoritária – da burguesia estadunidense que compreendeu ser impossível manter a unipolaridade das últimas décadas e frear novas potências mundiais e regionais, principalmente a China.
Dentro dessa perspectiva, tentam terminar com conflitos que não os interessam (como na Ucrânia) e delimitar suas zonas de influência, principalmente na América Latina. Lançam mão, para isso, de ações de imperialismo clássico, com tomada de territórios e golpes de Estado. O que começou apenas com palavras, com as ameaças de “tomar” a Groenlândia e o Canal do Panamá, ganha concretude no ataque covarde à Venezuela.
Fonte: Brasil 247





