Trump ataca Venezuela, mas mira o Brasil

 

O ataque norte-americano contra a Venezuela na madrugada do dia 03 de janeiro, com o sequestro do presidente Nicolás Maduro, inaugura o intervencionismo direto de Donald Trump e ameaça todos os países da América Latina e do Caribe, inclusive o Brasil.

Trump representa uma fração – hoje majoritária – da burguesia estadunidense que compreendeu ser impossível manter a unipolaridade das últimas décadas e frear novas potências mundiais e regionais, principalmente a China. 

Dentro dessa perspectiva, tentam terminar com conflitos que não os interessam (como na Ucrânia) e delimitar suas zonas de influência, principalmente na América Latina. Lançam mão, para isso, de ações de imperialismo clássico, com tomada de territórios e golpes de Estado. O que começou apenas com palavras, com as ameaças de “tomar” a Groenlândia e o Canal do Panamá, ganha concretude no ataque covarde à Venezuela.


Fonte: Brasil 247







Múcio diz que fronteira com a Venezuela permanece tranquila


O ministro da Defesa, José Múcio, disse neste sábado (3) que o Brasil tem 10 mil militares na região amazônica, com 2.300 mil em Roraima. Ele indicou não haver movimentação anormal na fronteira do Brasil com a Venezuela, que segue aberta, monitorada, e que está em contato com o governo de Roraima.

"Da maneira que está tudo calmo, as fronteiras estão abertas, não há nenhuma restrição. O brasileiro que estiver lá pode vir, procure o seu embaixador, o embaixador ajudou, a vice-cônsul brasileira lá também tem ajudado bastante, de maneira que nós estamos só de plantão para ver se surgem novos acontecimentos”, disse Múcio, após uma reunião do governo brasileiro sobre os ataques dos EUA à Venezuela. 

Fonte: Brasil 247