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“Bretas’ Acaba De Condenar Sérgio Cabral A 45 Anos De Prisão…E Faltam Mais 12 Processos Para Serem Julgados. Que Haja Justiça.


Na sentença do Juiz marcelo bretas, Cabral é descrito como “idealizador do gigante esquema criminoso institucionalizado no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro, era o chefe da organização, cabendo-lhe essencialmente solicitar propina às empreiteiras que desejavam contratar com o Estado do Rio de Janeiro, em especial a Andrade Gutierrez, e dirigir os demais membros da organização no sentido de promover a lavagem do dinheiro ilícito”.
  • É acusado de desviar mais de R$ 200 milhões de contratos entre empresas e o governo do RJ na Operação Calicute. Segundo o MPF, 5% do valor de cada contrato ia para Cabral e 1% para a Secretaria Estadual de Obras – percentual conhecido como ‘taxa de oxigênio’. O ex-governador recebia das empreiteiras ‘mesadas’ entre R$ 200 mil e R$ 500 mil

  • É acusado, na Operação Lava Jato, de receber propina das empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão. Segundo a Procuradoria, a verba foi desviada do contrato de terraplanagem nas obras do Comperj. O MPF diz que Cabral e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa organizaram pessoalmente o acerto dos pagamentos indevidos

  • É acusado de receber propina para favorecer empreendimentos de Eike Batista na Operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato. Segundo a denúncia, ele recebeu R$ 16,5 milhões referentes a um contrato falso de intermediação da compra de uma mina de ouro

  • É acusado de 184 crimes de lavagem de dinheiro, totalizando R$ 39 milhões movimentados por meio dos irmãos Marcelo e Renato Chebar. As denúncias são resultantes das operações Calicute e Eficiência. Os doleiros recebiam o dinheiro da corrupção em espécie e pagavam despesas pessoais de Cabral e de familiares e associados de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador

  • É acusado de cometer 148 crimes de lavagem de dinheiro, totalizando mais de R$ 10 milhões. Segundo o MPF, o dinheiro foi lavado com a compra de sete imóveis em bairros nobres do Rio, carros de luxo, como um um Camaro 2SS conversível, avaliado em R$ 222,5 mil, e serviços de consultoria forjados. A denúncia foi elaborada a partir da Operação Calicute

  • É acusado de chefiar um esquema de propina e lavagem de dinheiro que ocultou cerca de R$ 318 milhões no exterior de diferentes contratos do governo do Estado. Segundo o MPF, doleiros associados a Cabral enviaram US$ 85 milhões para fora do país e trouxeram US$ 3 milhões de propina por meio de offshores da Odebrecht. A denúncia é um desdobramento da Operação Eficiência

  • É acusado de fraudar licitações e formar cartel para desviar recursos em obras do PAC das Favelas e da reforma do Maracanã, num total de mais de R$ 700 milhões desviados. A denúncia está baseada nas descobertas de duas grandes operações: a Saqueador e a Calicute

  • É acusado de chefiar uma organização criminosa que fraudava contratos firmados pelo estado na área de saúde, nos quais cobrava 5% de propina. Segundo o MPF, foram desviados R$ 300 milhões do Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into). A denúncia é baseada na Operação Fatura Exposta

  • É acusado de ter recebido quase R$ 47 milhões da Carioca Engenharia em troca de fraudes em licitações e superfaturamento de obras públicas, como a reurbanização da Rocinha, a construção do Arco Metropolitano e a Linha 4 do Metrô. A denúncia é resultado das investigações das Operações Calicute, Eficiência e Tolypeutes

  • É acusado de lavar R$ 1,7 milhão em propina da empreiteira FW Engenharia por meio de empresas de fachada. Um dos contratos firmados com a empresa, de R$ 35 milhões, teve por objeto a elaboração de projeto executivo e a execução de obras complementares de urbanização no Complexo de Manguinhos, no PAC das Favelas. A denúncia foi elaborada a partir de fatos apurados nas operações Calicute e Eficiência

  • É acusado de lavar dinheiro de propina comprando joias em dinheiro e sem nota fiscal, num total de R$ 11 milhões. Segundo o MPF, Cabral comprou 41 joias na H.Stern e outras 55 na Antonio Bernardo, entre cordões e brincos. Apenas um par de brincos de ouro branco custou R$ 1,2 milhão

  • É acusado de ter recebido pelo menos R$ 16,7 milhões em propina para favorecer as empresas Masan Serviços Especializados Ltda e Comercial Milano Brasil, que fornecem merenda escolar e alimentação para detentos no estado. As investigações são decorrentes da Operação Ratatouille

Fonte: NBO









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